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Valter Barros está de saída da Recredit

Valter Barros está de saída da Recredit

A Recredit vai ter um novo presidente do conselho de administração, medida que poderá abranger a reconfiguração dos órgãos sociais da entidade, soube o O Telegrama de fonte do Ministério das Finanças. Valter Rui Dias de Barros, um dos gestores mais reputados do mercado, está de saída para abraçar um novo desafio no sector financeiro. ‎Figura bastante conhecida em Angola e em Portugal, este executivo tem 28 anos de experiência profissional e conta com um percurso de liderança de topo. No Banco Comercial Português, conhecido por Millennium BCP, onde a Sonangol detém uma participação qualificada de 19,49%, Valter Barros actua como segundo vice-Presidente do Conselho de Administração e vogal da Comissão de Auditoria. ‎Ainda no Millennium BCP, foi vogal da Comissão de Remunerações e vogal do Conselho de Remunerações e Previdência. ‎Tem passagem no conselho de administração do Banco de Desenvolvimento de Angola (BDA), onde foi administrador executivo, entre 2006 a 2016. Teve ainda uma curta passagem como director de informática no Banco Caixa Geral Angola (BCGA). ‎Antes de assumir a condução da Recredit-Gestão de Activos., S.A., Valter Rui Dias de Barros presidiu, entre 2018 a 2019, o governo do Instituto de Gestão de Activos e Participações do Estado (IGAPE). ‎Em 1992, concluiu a licenciatura em Matemática Aplicada à Ciência da Computação pela Faculdade de Ciências da Universidade do Porto (Portugal), onde, também, fez uma pós-graduação e um mestrado em Engenharia Electrotécnica e da Computação. Foi professor na Universidade Católica de Angola e na Escola de Gestão de Angola. ‎Criada em 2016, a Recredit é detida pelo Ministério das Finanças e pelo IGAPE. O objectivo inicial era absorver o crédito malparado do banco comercial de capitais inteiramente estatais, o Banco de Poupança e Crédito (BPC), mas o seu campo de actuação estende-se agora para a banca comercial privada. ‎Os últimos dados disponíveis da entidade, referente a 2024, indicam uma recuperação do crédito malparado do BPC na ordem de AOA 108,4 mil milhões (US$ 118 milhões). BFA afasta Francisca Costa do cargo de CFO ‎ US$ 252,18 milhões: BFA tem o maior lucro desde a fundação ‎ ARSEG e ANPG selam acordo para protecção dos trabalhadores do sector petrolífero Oito bancos vão alterar os órgãos sociais ‎ João Jesus é o novo CFO do BFA ‎

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