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Standard Bank Angola ‘larga’ economia e ‘abraça’ o Estado

Standard Bank Angola ‘larga’ economia e ‘abraça’ o Estado

Face ao acréscimo do investimento em títulos e valores mobiliários, a exposição do activo à dívida pública foi de 35%, contra 23,5% do mesmo período de 2025. O Standard Bank Angola (SBA) registou um crescimento de aproximadamente 87% da carteira de títulos e valores mobiliários no primeiro trimestre de 2026, face ao período homólogo, ao passar de 438,8 para 821 mil milhões de Kwanzas, como se pôde constatar nos balancetes do respectivo banco. Face ao acréscimo do investimento em títulos e valores mobiliários, a exposição do activo à dívida pública, no primeiro trimestre do presente ano, foi de 35%, contra 23,5% do mesmo período de 2025, calculou a E&M com base na informação contabilísticas extraídas dos balancetes do SBA. A comparação dos dois indicadores implica um aumento de 11,5 pontos percentuais (p.p). Também realça o crescimento homólogo do activo bancário (aproximadamente 24%, pelo menos 459,45 mil milhões Kz). O banco angolano com participação sul-africana registou ainda movimento progressivo homólogo na carteira de crédito de 20%. No primeiro trimestre de 2025 estava quantificada em 543,3 mil milhões Kz, atingindo os 650,8 mil milhões Kz no mesmo período de 2026. Mais 107,49 mil milhões Kz. A taxa do rácio de transformação de depósitos em crédito, nos três primeiros meses deste ano, fixou-se em aproximadamente 39%, a mesma registada no primeiro trimestre de 2025, calculou ainda a E&M com base nos dados também extraídos dos balancetes da respectiva instituição bancária. Independentemente do aumento registado no exercício em referência, a carteira de crédito passou a valer aproximadamente 28% do activo, menos 13 pontos percentuais (p.p), em relação ao peso dos títulos e valores mobiliários sobre o indicador contabilístico referenciado (activo). O facto de os títulos e valores mobiliários representarem um peso superior ao crédito no activo do SBA, primeiro trimestre deste ano, demonstra uma estratégia de investimento mais conservadora, privilegiando activos de menor risco e maior liquidez. Num passado recente olhou mais a economia. Embora essa política fortaleça a segurança financeira e reduza o risco de incumprimento, pode indicar menor contribuição do banco para o financiamento da economia real, comprometendo parcialmente a função de intermediação financeira e o apoio ao desenvolvimento económico.

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