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Receitas da venda de petróleo à China ‘encolhem’ 6% no I trimestre

Receitas da venda de petróleo à China ‘encolhem’ 6% no I trimestre

África do Sul, como espelham os dados do banco central, foi o único país africano que importou petróleo bruto de Angola, A operação custou pelo menos 128,5 milhões USD. As receitas provenientes da venda de petróleo à China reduziram quase 6% (240,7 milhões USD) no primeiro trimestre de 2026, face ao mesmo período de 2025. Mas, aquele país asiático continua a ser o principal mercado da única commodity angolana, ilustram as estatísticas do Banco Nacional de Angola. Segundo os dados BNA (que serviram de base para os cálculos da E&M), a República Popular da China gastou pelo menos 3,89 mil milhões USD na importação de petróleo bruto de Angola, no primeiro trimestre deste ano. No mesmo período de 2025, a principal economia da Ásia investiu quase 4,13 mil milhões USD na importação de petróleo bruto extraído nos campos petrolíferos angolanos, como se pôde constatar nos registos mais recentes do banco central, instituição pública governada por Manuel Tiago Dias. Se comparado os montantes gastos para a importação de petróleo bruto angolano, chega-se à conclusão de que a China gastou mais 240,7 milhões USD no primeiro trimestre de 2025, em relação ao mesmo período de 2026. Enquanto a segunda maior economia do mundo, depois dos Estados Unidos da América (EUA), gastava menos com a compra de petróleo bruto angolano nos três primeiros meses do presente ano económico, face  ao período homólogo, a Índia (outro país asiático) elevou a compra de crude. Fazendo jus às estatísticas mais recentes do BNA, no primeiro trimestre de 2026, o país mais populoso do mundo, com uma população estimada em 1,47 mil milhões de habitantes, investiu quase 1,5 mil milhões USD na importação de petróleo bruto angolano, um aumento de quase 63%. Em termos comparativos, a indústria petrolífera da pátria de Mahatma Gandhi, actualmente governada por Narendra Modi (primeiro-ministro), investiu mais 444,7 milhões USD no primeiro trimestre de 2026, pois no mesmo exercício de 2025 aplicou 710,8 milhões USD na aquisição do “ouro negro”. A julgar pelas estatísticas do BNA, sobre o “destino das exportações de petróleo de Angola”, a índia foi o segundo maior mercado do crude angolano, cuja referência é o brent, negociado na Bolsa de Londres. A África do Sul, como espelham os dados do banco central, foi o único país africano que importou petróleo bruto de Angola, no primeiro trimestre de 2026. A operação custou pelo menos 128,5 milhões USD, que representa uma redução de aproximadamente 12% face ao período homólogo.

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