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Mota-Engil abre 270 vagas de estágio em 16 países, com Angola entre os principais mercados de destino

Mota-Engil abre 270 vagas de estágio em 16 países, com Angola entre os principais mercados de destino

13.ª edição do programa StartME junta-se à já longa tradição de recrutamento de jovens quadros angolanos por parte do grupo português, presente no país há mais de uma década e meia O Grupo Mota-Engil tem abertas, neste momento, 270 vagas para estágios em Portugal e no exterior, num total de 16 países — entre os quais Angola, que se mantém, uma vez mais, entre os mercados prioritários do programa. A empresa procura jovens licenciados ou mestres em áreas como arquitectura, engenharia civil, engenharia mecânica, mas também recursos humanos, economia, direito, comunicação e marketing. As candidaturas estão abertas até ao final de Agosto. “A Mota-Engil promove uma edição do StartME com novas oportunidades em Portugal e no exterior, num total de 16 países, procurando integrar jovens quadros em mercados como Angola, Arménia, Brasil, Colômbia, Costa do Marfim, Espanha, Etiópia, Guiné, Mali, México, Moçambique, Peru, Portugal, Ruanda, Senegal e Uganda”, anunciou o grupo numa nota enviada às redacções. Engenharia Civil lidera as necessidades de recrutamento “Os perfis académicos procurados contemplam habilitações ao nível da licenciatura e/ou mestrado nas áreas de Arquitectura, Engenharia Civil, Engenharia Electrotécnica, Engenharia Mecânica, Engenharia de Minas, Engenharia Geológica, Engenharia do Ambiente, Engenharia e Gestão Industrial, Tecnologias de Informação (IT), Recursos Humanos, Economia, Gestão e Contabilidade, Relações Internacionais, Direito, Logística e Comunicação e Marketing”, adianta ainda a Mota-Engil, em comunicado. Entre as vagas globais e locais, a Engenharia Civil lidera as necessidades, com 87 vagas, seguida pela Engenharia Mecânica, com 49. Do total das 270 vagas, 140 jovens serão recrutados a partir de Portugal — nove dos quais para mobilização internacional — e 130 serão recrutados localmente, nos próprios mercados onde o grupo opera, incluindo Angola. Um programa em três fases, com um ano de duração Estes estágios têm duração de 12 meses, incluindo três semanas de acolhimento. Está prevista também mentoria, tanto durante como após o programa, sendo que o tutor é responsável por facilitar a integração do estagiário na equipa e potenciar o seu desenvolvimento. O programa StartME está dividido em três fases distintas: a atracção e selecçãotransversal (@Campus), o alinhamento com a cultura da empresa (@Mota-Engil) e o desenvolvimento prático, com o acompanhamento de um tutor, nas próprias unidades de negócio (@Business Units). As edições anteriores deste programa — que entra agora na sua 13.ª edição — abrangeram mais de 1.250 jovens, sendo que o grupo garante ter havido uma “elevada taxa de retenção dos participantes”. “Para os jovens, o programa StartME confere a possibilidade de integração num grupo multinacional e diversificado, constituindo uma oportunidade única de aprendizagem, intercâmbio de experiências e vivência num ambiente multicultural, marcado por projectos de elevada dimensão e complexidade”, remata a Mota-Engil. Angola, uma presença constante ao longo de mais de uma década de StartME A presença de Angola nesta edição não é uma novidade: o país tem figurado, de forma praticamente ininterrupta, entre os mercados abrangidos pelo StartME desde, pelo menos, a 10.ª edição do programa, em 2023 — quando o país já surgia entre os 12 mercados então elencados, ao lado de Brasil, Moçambique, Nigéria ou Uganda. Nas edições seguintes, com 267 e depois 142 vagas em anos distintos, Angola manteve-se sempre presente na lista de destinos, confirmando o país como um dos pilares mais estáveis da estratégia internacional de recrutamento jovem do grupo português. Esta continuidade reflecte, de resto, a própria história do Grupo Mota-Engil em Angola, país onde a construtora está presente desde 2010 e onde se tornou, ao longo dos anos, uma das principais empresas do sector da construção civil e das obras públicas — actualmente entre as duas maiores empreiteiras responsáveis pelas grandes obras públicas de Luanda, a par da angolana Omatapalo, com intervenções em projectos como a marginal da Corimba ou a nova fase da Sodima, na Praia do Bispo. Um recrutador global, com forte pegada africana O Grupo Mota-Engil descreve-se como o maior empregador de portugueses no exterior, mas o seu programa de trainees revela também uma estratégia de recrutamento cada vez mais internacionalizada, com forte incidência em mercados africanos e latino-americanos — uma abordagem que, no caso angolano, se soma a outros movimentos recentes do grupo no país, incluindo negociações para uma eventual entrada no capital da construtora brasileira Odebrecht (Novonor), com quem a Mota-Engil já tem colaborado em projectos internacionais, e que também mantém presença histórica em Angola. Para os jovens angolanos interessados, as candidaturas para esta 13.ª edição do StartMEpodem ser submetidas até ao final de Agosto, através do site corporativo e das restantes plataformas de comunicação do Grupo Mota-Engil.

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