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Ministra das Finanças lidera delegação nas Reuniões de Primavera do Banco Mundial e do FMI em Washington

Ministra das Finanças lidera delegação nas Reuniões de Primavera do Banco Mundial e do FMI em Washington

A ministra das Finanças de Angola, Vera Daves de Sousa, lidera a delegação que participa nas Reuniões de Primavera do Banco Mundial e do Fundo Monetário Internacional, que decorrem a partir de hoje e até ao próximo sábado, dia 18 de Abril, em Washington D.C., nos EUA. De acordo com uma nota oficial, a comitiva angolana integra o governador do Banco Nacional de Angola, Manuel Tiago Dias, o secretário de Estado do Planeamento, Luís Epalanga, bem como responsáveis e técnicos de vários departamentos ministeriais, incluindo os sectores dos Transportes, Turismo, Agricultura e Florestas. A agenda da missão inclui reuniões formais, eventos paralelos e encontros com investidores e instituições financeiras internacionais, numa altura em que Angola procura reforçar a sua posição junto dos principais parceiros multilaterais. As Reuniões de Primavera do Banco Mundial e do FMI são consideradas um dos principais fóruns de coordenação económica global, reunindo ministros das Finanças, governadores de bancos centrais, investidores e decisores políticos de todo o mundo. Num contexto internacional marcado por tensões geopolíticas, inflação persistente, instabilidade nos mercados energéticos e desafios relacionados com a dívida pública, estes encontros assumem uma importância acrescida. Para países como Angola, representam uma oportunidade estratégica para: reforçar relações com credores internacionais; negociar apoio financeiro e técnico; atrair investimento externo; alinhar políticas económicas com tendências globais. Além disso, permitem avaliar o impacto das crises internacionais nas economias emergentes e discutir soluções conjuntas para promover o crescimento sustentável e a estabilidade financeira. As interacções com investidores internacionais, previstas na agenda, poderão igualmente contribuir para melhorar a percepção de risco do país e abrir portas a novos projectos de investimento, particularmente em sectores não petrolíferos.

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