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Lucro do FGA sobe 29,63% e sinistros são seis vezes maiores

Lucro do FGA sobe 29,63% e sinistros são seis vezes maiores

De acordo ainda com o Relatório de Gestão e Contas da entidade tutelada pela Agência Angolana de Regulação e Supervisão de Seguros (ARSEG), houve um aumento de 12,64% no activo, correspondendo a AOA 19,43 mil milhões (US$ 21,30 milhões) em 2025, contra os anteriores AOA 17,25 mil milhões (US$ 18,91 milhões). Em contrapartida, no período em análise, registou-se uma redução de 16,13% nas obrigações do FGA face ao período homólogo, com o passivo a situar-se em AOA 202,72 milhões (US$ 222,21 mil) em 2025, contra os AOA 241,69 milhões (US$ 265,02 mil) apurados em 2024. Quanto à sinistralidade, os dados indicam um crescimento considerável de 502,57% no número de acidentes reportados face ao período homólogo, tendo o número de casos passado de 2 026 acidentes participados em 2024 para 12 208 em 2025. Do total de acidentes reportados, 7 684 corresponderam a colisões entre veículos e despistes com embate em obstáculo fixo, enquanto 4 176 foram causados por atropelamentos e despistes que resultaram em atropelamento. Os restantes 348 acidentes apresentaram características especiais. Uma análise à distribuição dos acidentes por província revela que Luanda lidera o ranking, encontrando-se em primeiro lugar, ao concentrar 19,09% do total de acidentes, o que corresponde a 2 331 casos registados. Em segundo lugar esteve a província da Huíla, com 8,97% do total de sinistros, correspondentes a 1 095 casos de acidentes de viação. A província do Huambo ocupou o terceiro lugar, com 7,04% dos sinistros, equivalentes a 859 casos. As três províncias acima indicadas acumularam um total de 4 285 sinistros em 2025, correspondentes a 35,10% do total de acidentes reportados no país. Em contrapartida, as províncias do Cuando, Moxico-Leste e Cubango foram as que registaram as menores percentagens de acidentes reportados, correspondentes a 0,35%, 0,69% e 1,38%, respectivamente. “No âmbito da análise dos processos de sinistro referentes ao período de 2025, o FGA verificou que a maior parte dos acidentes reportados não se enquadra no âmbito de cobertura das suas competências. Tal facto deve-se ao envolvimento de condutores não identificados, circunstância que exclui, estatutariamente, a possibilidade de intervenção do Fundo com vista à indemnização das vítimas”, lê-se no documento. Cinco bancos comerciais de Angola marcam presença no Sibos 2026 Angola leva oportunidades de investimento à Bolsa de Valores de Londres BODIVA única a resistir a “choque” após anúncio da OPV do Standard Bank Sanlam Allianz e Afrimoney assinam parceria para revolucionar o acesso aos seguros PR alarga MinFin e nomeia José Leiria para secretario de Estado para os Assuntos Tributários

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