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Lucro do BFA cresce 4,9% e atinge 182,2 mil milhões Kz no 3.º Trimestre
O resultado antes de impostos ascendeu a 209, 5 mil milhões Kz, o que fixou um aumento de 10,9% em comparação com os 188,9 mil milhões Kz reportados nos primeiros nove meses do ano passado.
O Banco de Fomento Angola (BFA) registou um resultado líquido de 182, 2 mil milhões Kz até ao final do terceiro trimestre, valor que representa uma alta de 4,9% face aos 173, 7 mil milhões Kz apurados no mesmo período de 2025. Por sua vez,
O resultado antes de impostos ascendeu a 209, 5 mil milhões Kz, o que fixou um aumento de 10,9% em comparação com os 188,9 mil milhões Kz reportados nos primeiros nove meses do ano passado.
No balanço, o activo do BFA atingiu os 4,5 biliões Kz no fecho desse ciclo, mais 5,6% do que os 4,3 biliões Kz apurados um ano antes. Na mesma data de referência, a carteira de crédito líquido situou-se em 973, 4 mil milhões Kz frente a 891 mil milhões Kz no período homólogo, ao passo que os recursos de clientes ascenderam a 3,4 biliões Kz, em comparação com os 3,2 biliões Kz anteriormente registados.
O produto bancário cresceu 22,7% e totalizou 387,2 mil milhões Kz contra os 315,6 mil milhões Kz do ano transacto. Tanto a margem financeira como a complementar assinalaram acréscimos substanciais na comparação homóloga, com subidas de 12,9% para 286,2 mil milhões Kz , face aos 253,6 mil milhões Kz anteriores, e de 62,7% para 100,9 mil milhões Kz , frente a 62 mil milhões Kz, respectivamente.
Já as receitas com comissões líquidas ascenderam a 20,7 mil milhões Kz, o equivalente a uma subida de 17,5% perante os 17,6 mil milhões Kz anotados em idêntica fase de 2025.
Relativamente à estrutura de capital e solvabilidade, a instituição apresentou um rácio de fundos próprios regulamentares de 39,3% frente a 41,1% observados um ano antes, pelo que se manteve confortavelmente acima do limite mínimo exigido.
No capítulo dos custos de estrutura, verificou-se um crescimento homólogo de 19,6%, para 148,8 mil milhões Kz em comparação com os 124,4 mil milhões Kz anteriores, impulsionado pelo encargo com o pessoal que cresceu 17% para 75 mil milhões Kz e fornecimentos de serviços de terceiros que contabilizou 52,8 mil milhões kz.
Apesar da subida dos encargos operacionais, o banco conseguiu melhorar o seu rácio de eficiência custo-proveito em 3,6 pontos percentuais face ao registo homólogo de 37,3%, ao fixá-lo em 39,4% no acumulado até ao final do Verão.
Em relação aos indicadores de rentabilidade no encerramento do trimestre, a rendibilidade do capital próprio situou-se em 31,9% contra 31,1% em período equivalente de 2025, ao passo que a rendibilidade do activo se fixou em 5,9% frente aos 5,7% registados um ano antes.
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