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Lucro do Banco Yetu cresce seis vezes no 2T26

Lucro do Banco Yetu cresce seis vezes no 2T26

Em termos absolutos, o Banco Yetu aumentou o seu lucro em AOA 4,05 mil milhões (US$ 4,44 milhões), passando a apresentar um resultado seis vezes superior ao registado no segundo trimestre de 2025. Ao nível da estrutura patrimonial, o activo da instituição liderada por Paulo da Cunha Fontes, cresceu de forma moderada. O total do activo aumentou 2,41%, passando de AOA 195,22 mil milhões (US$ 214,07 milhões), no segundo trimestre de 2025, para AOA 199,93 mil milhões (US$ 219,08 milhões), no período em análise. A carteira de crédito continuou a ser a principal componente do activo, representando 31,20% do total. Apesar desse peso, a rubrica registou uma redução homóloga de 4,42%, fixando-se em AOA 62,37 mil milhões (US$ 68,35 milhões). Também a carteira de títulos e valores mobiliários registou uma evolução negativa, ao diminuir 3,10% em termos homólogos, para AOA 59,23 mil milhões (US$ 64,91 milhões). Ainda assim, esta rubrica permaneceu como a segunda maior componente do activo, respondendo por 29,63% da estrutura patrimonial do banco. O passivo da instituição registou um incremento de 4,19%, saindo de AOA 152,56 mil milhões (US$ 167,28 milhões), no segundo trimestre de 2025, para os actuais AOA 158,94 mil milhões (US$ 174,17 milhões). Os recursos de clientes continuaram a constituir a principal fonte de financiamento do Banco Yetu. Esta rubrica cresceu, ainda que de forma marginal, 0,03%, alcançando AOA 130,31 mil milhões (US$ 142,80 milhões), o equivalente a 81,99% do passivo total. Em sentido contrário, os fundos próprios registaram uma contracção homóloga de 13%, ao recuarem de AOA 41,87 mil milhões (US$ 45,92 milhões), no 2T25, para AOA 36,14 mil milhões (US$ 39,60 milhões), no 2T26. CMC alerta sobre potenciais riscos de fraude na OPV da Unitel Isabel Espírito Santo: “O cliente não falhou, o sistema é que ainda não chegou até ele” Luanda continua no vermelho desde a OPV da Unitel. Apenas o BFA escapou… Angola: censos, estatísticas demográficas e sociais lideram procura pelos utilizadores do INE Cristina Van-Dúnem: “os problemas da governação corporativa bancária não são as normas, mas as práticas”

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