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Kwenda II arranca no Uíge beneficiando mil pessoas

Kwenda II arranca no Uíge beneficiando mil pessoas

Na abertura do evento, o governador da província do Uíge, José Carvalho da Rocha, afirmou: “Um bem, quando se entrega com amor, por mais pequeno que seja, tem um significado muito grande, tanto para o doador como para o beneficiário. Mais do que uma entrega monetária, este acto demonstra a preocupação que o Executivo tem com as populações.” O governador concluiu: “É nosso interesse melhorar continuamente a vida das populações.” Para o Kwenda II, cada beneficiário das cinco categorias de vulnerabilidade recebeu um valor trimestral de AOA 33 mil (US$ 36,18), equivalente a AOA 11 mil (US$ 12,06) por mês. Segundo alguns beneficiários entrevistados, este montante recebido nesta fase piloto do Kwenda II terá um impacto significativo nas suas vidas, uma vez que servirá para custear tratamentos de doenças e suprir algumas necessidades básicas. Por sua vez, o director provincial do FAS no Uíge, Nanizaiawo Capitão, questionado pelos jornalistas sobre o facto de alguns beneficiários, para além das transferências sociais monetárias, receberem outros meios, esclareceu que “as pessoas com deficiência receberam, adicionalmente, cadeiras de rodas, canadianas, muletas, atarilhos e guias para cegos, além das transferências sociais monetárias, face à vulnerabilidade que apresentam, de acordo com o diagnóstico realizado pela equipa de capital humano do FAS”. Os benefícios foram atribuídos por categorias de vulnerabilidade. Nesta fase piloto, foram abrangidas 41 pessoas com albinismo e 335 pessoas com deficiência. Na categoria de idosos em situação de dependência física, económica, risco de exclusão social e/ou isolamento, foram beneficiadas 354 pessoas. Por sua vez, na categoria de pessoas com doenças crónicas e/ou em tratamento continuado de saúde, foram beneficiadas 197, enquanto 93 beneficiários pertencem à categoria de crianças e jovens com necessidades especiais. No âmbito do programa Kwenda II, os mil beneficiários do município do Uíge são provenientes das comunas de Luanga, Cancungo, Casseche e da comuna-sede. Um beneficiário com albinismo afirmou à imprensa que vai aplicar o dinheiro recebido no tratamento da pele e na compra de material escolar. Já uma cidadã com doença crónica, cujo nome não foi identificado, disse que pretende investir o valor recebido do FAS num pequeno negócio, sendo que os rendimentos serão aplicados na sua saúde. Angola enfrenta pressão externa de financiamento Apenas quatro seguradoras entregaram relatórios à ARSEG a cinco dias do prazo Recredit atingiu 103% do obejectivo de recuperação de crédito em 2025 Banco Sol volta aos lucros com recuperação de 206,05% Sucursal do Banco da China aumenta lucro em 35% no IT26

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