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Cláudio Chocolate lidera nova direcção da associação de marketing e publicidade de Angola

Cláudio Chocolate lidera nova direcção da associação de marketing e publicidade de Angola

A AAEPM elegeu hoje os seus órgãos sociais para o mandato 2026–2029. O novo presidente sucede a Bruno Albernaz e promete uma associação mais próxima dos associados e mais influente junto das instituições. A Associação Angolana de Empresas de Marketing e Publicidade (AAEPM) tem nova liderança. Cláudio Chocolate foi eleito presidente para o mandato 2026–2029 numa assembleiaelectivarealizada esta segunda-feira no Centro de Formação de Jornalistas (CEFOJOR), em Luanda. O novo presidente sucede a Bruno Albernaz e assume o cargo com uma agenda declaradamente pragmática. “Queremos uma associação mais próxima dos seus membros, mais representativa junto das instituições e mais relevante para o desenvolvimento da indústria da comunicação em Angola”, afirmou após a eleição, acrescentando que oobjectivoé que “cada associado sinta que aactuaçãoda AAEPM acrescenta valor real ao seu trabalho, à sua reputação e às suas oportunidades de crescimento”. Adirecçãoeleita integra André Cardiga, daPapaya, como vice-presidente; Walter Fernandes, daRollingFilms, como tesoureiro; e cinco vogais: Odair Peres (BigMedia), Rui Pombo (TopSpot),TchiloiaLara (Geração 80),LuezaEspírito Santo (Meraki) e António Coimbra (ARC Consultoria de Comunicação). Na Mesa da Assembleia Geral, Nuno Fernandes sucede a LuísaFançony. A composição da novadirecçãoreflecteum esforço de representação transversal do sector, reunindo agências de perfis distintos — da produção audiovisual ao digital, da publicidade exterior à consultoria de comunicação. O mandato arranca num momento em que a indústria angolana de comunicação e publicidade enfrenta a pressão da transição digital, com marcas e anunciantes a realocar orçamentos para plataformas online e a exigir maior rigor na medição de resultados. A capacidade da AAEPM para organizar o sector, defender padrões éticos einterlocutarcom o Estado será posta à prova num ciclo de três anos que coincide com uma fase de reestruturação da economia angolana.

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