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‎Banco Central do Brasil corta juros após quase dois anos

‎Banco Central do Brasil corta juros após quase dois anos

‎O Comité de Política Monetária (Copom) do Banco Central do Brasil efectuou o primeiro corte da taxa Selic desde Maio de 2024, ao reduzir a taxa para 14,75% ao ano, em linha com as projecções da maioria dos analistas e instituições do mercado financeiro.‎‎Em comunicado divulgado à imprensa, o Comité sublinhou que a medida é consistente com a estratégia de convergência da inflação para a meta estabelecida no horizonte relevante. Sem prejuízo do seu objectivo primordial de assegurar a estabilidade de preços, o Copom destacou que a decisão também visa mitigar as oscilações do nível de actividade económica e fomentar condições mais propícias ao pleno emprego.‎‎De acordo com o Copom, a avaliação dos impactos decorrentes do conflito no Médio Oriente tem sido conduzida de forma prospectiva, com especial atenção aos efeitos sobre a cadeia de suprimentos global e à evolução dos preços das commodities. Estes factores, ao influenciarem tanto os custos de produção como os preços ao consumidor, repercutem-se de forma directa e indirecta sobre a dinâmica da inflação no Brasil.‎‎Em função da intensificação dos conflitos no Oriente Médio e do elevado grau de incerteza associado ao cenário internacional, a autoridade responsável pela condução da política monetária optou por não sinalizar novos cortes das taxas de juro nas próximas reuniões.‎‎O Comité reafirmou a necessidade de calma e cautela na condução da política monetária, para que as medidas futuras possam incorporar novas informações que aumentem a clareza sobre a profundidade e a extensão dos conflitos, bem como seus efeitos directos e indirectos sobre o nível de preços ao longo do tempo. Conflito no Médio Oriente provoca maior crise de fornecimento de petróleo da história ‎ Irão abala centro financeiro do Dubai 128.ª reunião: as decisões de política monetária do BNA BFA e IFC lançam novo mecanismo de garantia para o comércio externo Stephen Smith compra 27% do The Economist ‎

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