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BAI é o banco que mais financiou a economia no primeiro trimestre
Resultado de exercício cifrou-se em pelo menos 67,12 mil milhões Kz, o que representa uma redução de aproximadamente 36% (37,58 mil milhões Kz), face ao período homólogo.
O BAI encerrou o primeiro trimestre de 2026 com uma carteira de crédito de quase 1,9 bilião de Kwanzas, um crescimento de aproximadamente 44%, face ao período homólogo, passando a liderar o financiamento da economia angolana. Superou o BIC que por muitos anos esteve à frente.
Em termos absolutos, o aumento de aproximadamente 44% da carteira de crédito representa 577,95 mil milhões Kz. A disposição do maior banco angolano em contribuir mais para a economia também foi evidenciada no rácio de transformação de depósitos em crédito, no primeiro trimestre.
A taxa do rácio transformação de depósitos em crédito foi de 41,87% e expressa que aproximadamente 42 Kz de cada 100 Kz captados em depósitos pelo Banco Angolano de Investimentos (BAI), no exercício económico em referência, foram canalizados para operações de crédito.
Apesar de o indicador ilustrar um crescimento da actividade creditícia da instituição bancária supracitada, percebe-se que a maior parte dos depósitos continua aplicada em outros activos, reflectindo uma política de gestão prudente da liquidez e de diversificação dos investimentos.
A carteira de crédito representou aproximadamente 29,5% do activo, quantificado em quase 6,37 biliões Kz, que também registou um crescimento de quase 10% quando comparado com o exercício económico homólogo.
Os indicadores referentes ao primeiro trimestre também permitem concluir que o BAI é dos bancos angolanos que mais investe em títulos da dívida pública. Aquele instrumento de financiamento ao Estado representa 36,6% do activo. A exposição chegou a aumentar 2,1 pontos percentuais (pp).
O investimento em títulos e valores mobiliários passou de 1,99 bilião Kz (primeiro trimestre 2025) para 2,33 biliões Kz (primeiro trimestre de 2026), um aumento de aproximadamente 17% para pelo menos 334,03 mil milhões Kz.
Os depósitos, como ilustram os dados extraídos do balancete do período em análise, que foi a base para elaboração da peça, ascenderam para quase 4,49 biliões Kz, que representa um crescimento de aproximadamente 2%.
O resultado de exercício cifrou-se em pelo menos 67,12 mil milhões Kz, o que representa uma redução de aproximadamente 36% (37,58 mil milhões Kz), face ao período homólogo, segundo cálculos da E&M com base nos dados extraídos do balancete do BAI referente ao primeiro trimestre de 2026.
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